II
E eu a escrevo à luz de uma manhã:
“Bom dia, meu amor, minha vida sem fim!
Nada vejo... Só a hora de ter-te junto a mim,
corpo e alma, também, sublime, sã,
nas horas tristes e nas horas mais felizes,
corresponder com o mesmo olhar o que tu dizes,
‘pra sempre’ sendo sempre o amanhã...
ter nos meus lábios entreabertos a tua boca,
numa carícia doce e ao mesmo tempo louca,
o amor a pulsar sob o teu sutiã
e a palpitar também no meu peito despido,
junto numa só cadência, num só sentido...
E, sempre teu, voltar num novo dia!
Um abraço ardoroso, uma carícia infinda,
um beijo umedecido, mais demorado ainda...
E duas lágrimas de alegria!”
- Postado por:
Paulo De Marília às 22:36:22
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